sábado, 13 de novembro de 2010
HISTÓRIA DA ASTRONOMIA - o eco do Big Bang
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
HISTÓRIA DA ASTRONOMIA - a Lei de Hubble
- A luz de uma Estrela que se aproxima tem comprimento de onda menor (espectro desviado para o azul);
- A luz de uma Estrela que se afasta tem comprimento de onda maior (espectro desviado para o vermelho).
- Estarão mais distantes de nós amanhã do que estão hoje;
- Ontem estiveram mais próximas;
- Deve ter existido um instante no passado em que todas as Galáxias estiveram em cima de nós.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
HISTÓRIA DA ASTRONOMIA - Teorias do Universo
No seguimento dos seus estudos, Einstein quis saber se a atracção gravítica poderia levar o Universo a contrair sobre si mesmo, introduzindo a constante cosmológica, que funcionava como a anti-gravidade que travava a expansão do Universo. Ele próprio admitiu que não gostava deste factor, porque não passava de uma forma de obter a teoria perfeita, o resultado esperado.
Einstein acreditava num Universo estático e eterno, mas essa visão não era partilhada por todos.
Friedmann e Lemaître propuseram a visão correcta de um Universo em expansão, mas uma vez que a voz de Einstein era muito mais respeitada, esta teoria estagnou na sua evolução. Ele mesmo disse algo como:
"Como castigo pelo meu desprezo pela autoridade, Deus tornou-me a mim próprio numa autoridade."
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
HISTÓRIA DA ASTRONOMIA - Eppur si muove!
- Júpiter tem satélites;
- O Sol tem manchas;
- Vénus tem fases.
"Os satélites são invisíveis a olho nu, e portanto não podem ter influência na Terra; por conseguinte, são inúteis e por isso não existem."
Belo argumento...
domingo, 17 de outubro de 2010
OBSERVAÇÃO 16/10/2010
Como sempre, os créditos das fotos em cima, vão para o Bruno Novo.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
HISTÓRIA DA ASTRONOMIA - de Kepler a Galileu
"Com a vossa elipse abolistes a circularidade e a uniformidade dos movimentos, o que me parece um absurdo tanto maior quanto mais profundamente penso nele. Seria muito melhor se ao menos pudésseis preservar a órbita circular perfeita, e justificar a vossa órbita elíptica com outro pequeno epiciclo."
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
HISTÓRIA DA ASTRONOMIA - os erros de Copérnico
- Os planetas descrevem círculos perfeitos;
- Os planetas movem-se a velocidades constantes;
- O Sol está no centro dessas órbitas;
E provou que:
- Os planetas descrevem elipses;
- A sua velocidade varia constantemente;
- O Sol não está exactamente no centro das suas órbitas.
sábado, 25 de setembro de 2010
HISTÓRIA DA ASTRONOMIA - De Revolutionibus
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
HISTÓRIA DA ASTRONOMIA - o heliocentrismo

- Os corpos celestes não têm um centro comum;
- O centro da Terra não é o centro do Universo;
- O centro do Universo está perto do Sol;
- A distância entre a Terra e o Sol é insignificante quando comparada com a distância às estrelas;
- O movimento diário aparente das estrelas é o resultado da rotação da Terra sobre o seu próprio eixo;
- A sequência anual aparente de movimentos do Sol é o resultado da translação da Terra à volta do Sol; todos os planetas giram em torno do Sol;
- O movimento retrógrado aparente de alguns planetas é explicado meramente pela nossa posição como observadores numa Terra móvel.
Parto daqui no próximo post...
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Hoje fiquei maravilhado com a visão do Céu. O que tinha de especial? Tudo e nada.
Nada, porque estava belo como sempre.
Tudo, porque a simplicidade do brilho das Estrelas me arrasa. Eram tantas e tão brilhantes... É um privilégio ter Vega, Deneb, Altair, Betelgeuse, Rigel, Capella, Procyon e Sírio no mesmo Céu, sempre tão bem acompanhadas por um imponente Júpiter. E estas são só as detentoras dos papéis principais, porque Alnilam, Alnitak, Mintaka, Menkalinan, Tarazed e tantas outras são excelentes candidatas ao Óscar de melhor papel secundário...
Amo o Céu de Inverno, e basta olhar para Ele!
Como dizia Dante: "Os céus giram sobre ti mostrando-te as suas eternas glórias, mas os teus olhos limitam-se a fitar o chão."
Não perca tempo, contemple a beleza que se expõe diante de si...
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
HISTÓRIA DA ASTRONOMIA - epiciclos
Basicamente, tudo se justificava com base nos círculos. As órbitas dos Planetas eram circulares, com a Terra no centro. Os teológos encorajaram esta teoria, uma vez que estava de acordo com a Bíblia. Com a leitura que eles faziam da Bíblia, acrescento eu. Aliás, a Bíblia não é feita para se ler ipsis verbis o que lá está, mas sim para se entender todo um conjunto de símbolos que ela representa. Mas isso são contas de outro rosário... Mostro uma imagem representativa deste modelo que Ptolomeu arranjou. Eu ia dizer alucinou, mas vou respeitar as suas ideologias...

Tentando explicar... Todos os Planetas fariam a sua órbita sobre um círculo imaginário cujo raio seria considerado o deferente, e efectuando a sua trajectória na forma de pequenos círculos sobre si mesmo, chamados epiciclos. Ora, os raios do deferente e as velocidades de cada epiciclo podem ser ajustados de forma a ajustar a trajectória de cada Planeta... isto é arranjar um modelo e encaixá-lo de qualquer maneira na observação prática...
Para que o seu pseudo-modelo explicasse todas as observações, Ptolomeu introduziu o excêntrico e o equante, pontos imaginários. O excêntrico era um ponto imaginário próximo da Terra, que seria o verdadeiro centro do deferente. O equante era outro ponto imaginário, cuja influência contribuiria para a velocidade variável dos Planetas. Confuso/a? Não me espanta, eu tive de ler várias vezes coisas acerca disto para perceber. Mas não se preocupe, vou ter pena de si e não vou desenvolver este tema. Fica só uma imagem, para uma tentativa de explicação.
(Na imagem falta um x no excêntrico, mas não reparem...)
No próximo post caio na realidade de novo, e tropeço no heliocentrismo.




